15.12.07

Poema mais ou menos de amor
Luís Fernando Veríssimo

Eu queria senhora, ser o seu armário
E guardar seus tesouros como um corsário.
Que coisa louca: ser seu guarda-roupa!
Alguma coisa sólida, circunspecta e pesada
Nessa sua vida tão estabanada.
Um amigo de lei (de que madeira eu não sei).
Um sentinela do seu leito – com todo respeito.
Ah, ter gavetinhas para suas argolinhas.
Ter um vão para o seu camisolão
E sentir o seu cheiro, senhora, o dia inteiro.
Meus nichos como bichos
Engoliram suas meias-calças, seus sutiãs sem alças.
E tirariam nacos dos seus casacos.
Ah, ter no colo, como gatos, os seus sapatos.
E no meu chão, como trufas, suas pantufas...
Seus echarpes, seus jeans, seus longos e afins.
Seus trastes e contrates.
Aquele vestido com asa e aquele de andar em casa.
Um turbante antigo. Um pulôver amigo.
Bonecas de pano. Um brinco cigano.
Um chapéu de aba larga. Um isqueiro sem carga.
Suéteres de lã e um estranho astracã.
Ah, vê-la se vendo no meu espelho, correndo.
Puxando, sem dores, os meus puxadores.
Mexendo com o meu interior – à procura de um pregador.
Desarrumando o meu ser
Por um prêt-à-porter...
Ser o seu segredo,
Senhora,
E o seu medo.
E sufocar,
Com agravantes,
Todos os seus amantes.

4.12.07

Assim Seja!

Deus nosso pai, vós que sois todo poder e bondade.
Dai a força àquele que passa pela provação.
Dai a luz àquele que procura à verdade.
Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.

DEUS,
Dai ao viajor a estrela guia,
ao aflito a consolação,
ao doente o repouso.

PAI,
Dai ao culpado o arrependimento,
ao espírito a verdade,
a criança o guia
ao órfão o pai

SENHOR,
que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste.
Piedade senhor para aqueles que não vos conhecem,
A esperança para aqueles que sofrem.
Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores
derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé.

DEUS,
um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra.
Deixai-nos beber nas fontes esta bondade fecunda e infinita
e todas as lágrimas secaram, todas as dores acalmar-se-ão.
uma só oração, um só pensamento subirá até vos,
como um grito de reconhecimento e de amor.

Como Moisés sobre a montanha
nos lhe esperamos com os braços abertos
Oh bondade !
Oh beleza !
Oh perfeição !
e queremos de alguma sorte alcançar vossa misericórdia.

DEUS,
Dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até vos.
Dai-nos a caridade pura.
Dai-nos a fé e a razão.
Dai-nos a simplicidade, que fará de nossas almas...
um espelho onde se refletirá a vossa santa e misericordiosa imagem.
.
.
.
*Prece de Cáritas*
Psicografada na noite de 25 de dezembro de 1873 pela médium Madame W, Krill, num círculo espírita de Bordeaux, França

30.11.07

Rivotril®

Clonazepam

Anticonvulsivante/Ansiolítico

Uso adulto e pediátrico

Gotejar com o frasco na vertical e bater levemente no fundo para iniciar o gotejamento.
A tampa possui lacre inviolável. Caso o lacre esteja rompido, não receba o frasco ou retorne ao local da compra. A mudança de embalagem visa facilitar o uso do produto pelo consumidor. As características físicas e químicas não foram alteradas.

Forma farmacêutica e apresentações - Comprimidos de 0,5 mg e 2 mg: Caixas com 20 e 30. Gotas de 2,5 mg/ml (1 gota = 0,1 mg): Frasco com 20 ml.
Composição - Ingrediente ativo: 5-(o-clorofenil)-1,3-diidro-7-nitro-2H-1,4-benzodiazepina-2 -ona (clonazepam). Excipientes: Comprimidos de 0,5 mg: Lactose, amido de milho, amido pré-gelatinizado, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho, talco, estearato de magnésio. Comprimidos de 2,0 mg: Lactose, amido pré-gelatinizado, estearato de magnésio, celulose microcristalina. Gotas de 2,5 mg: Sacarina sódica, ácido acético glacial, propilenoglicol, aroma pêssego.

Informações técnicas
Características químicas e farmacológicas - Farmacocinética: O clonazepam é quase completamente absorvido após administração oral. A biodisponibilidade absoluta dos comprimidos de clonazepam é maior do que 90%. As concentrações plasmáticas máximas de clonazepam são alcançadas dentro de 2-3 horas após a administração oral. O clonazepam é eliminado por biotransformação, com a eliminação subseqüente de metabólitos na urina e bile. Menos que 2% de clonazepam inalterado são excretados na urina. A biotransformação ocorre principalmente pela redução do grupo 7-nitro para o derivado 4-amino. O produto pode ser acetilado para formar 7-acetamido-clonazepam ou glicuronizado. O 7-acetamido-clonazepam e o 7-amino-clonazepam podem ser adicionalmente oxidados e conjugados. Os citocromos P450 da família 3A desempenham um importante papel no metabolismo de clonazepam. A meia-vida de eliminação de clonazepam é de 33 a 40 horas. O clonazepam está ligado em 82% a 88% às proteínas plasmáticas. Os dados disponíveis indicam que a farmacocinética de clonazepam é dose-independente. Em voluntários participantes de estudos com dose múltipla, as concentrações plasmáticas de clonazepam são proporcionais à dose. A farmacocinética de clonazepam após a administração repetida é previsível por estudos de dose única. Isto não representa evidência de que o clonazepam induz seu próprio metabolismo ou o metabolismo de outras drogas em humanos. Não foram realizados estudos controlados para examinar a influência do sexo e idade sobre a farmacocinética de clonazepam. Não foi estudado o efeito das doenças renais e hepáticas sobre a farmacocinética de clonazepam.

Indicações - Rivotril® (Clonazepam) está indicado isoladamente ou como adjuvante no tratamento das crises epilépticas mioclônicas, acinéticas, ausências típicas (petit mal), ausências atípicas (síndrome de Lennox-Gastaut). Rivotril® (Clonazepam) está indicado como medicação de segunda linha em espasmos infantis (síndrome de West). Em crises epilépticas clônicas (grande mal), parciais simples, parciais complexas e tonicoclônica generalizadas secundárias, Rivotril® (Clonazepam) está indicado como tratamento de terceira linha. Rivotril® (Clonazepam) está indicado para o tratamento do distúrbio do pânico com ou sem agorafobia.
Contra-indicações - Rivotril® (Clonazepam) não deve ser usado por pacientes com história de sensibilidade aos benzodiazepínicos, nem em pacientes com evidência significativa clínica ou bioquímica de doenças hepáticas. Pode ser usado em pacientes com glaucoma de ângulo aberto quando estão recebendo terapia apropriada, mas é contra-indicado em glaucoma agudo de ângulo fechado.

Precauções e advertências - Considerando que Rivotril® (Clonazepam) causa depressão do SNC, os pacientes que estão recebendo esta droga devem ser advertidos quanto a realizar ocupações perigosas que requerem agilidade mental, como operar máquinas ou dirigir veículos. Também devem ser advertidos sobre o uso concomitante de álcool ou outras drogas depressoras do SNC durante a terapia com Rivotril® (Clonazepam) (ver Interações medicamentosas).
Gravidez e lactação - Em diversos estudos foi sugerida malformação congênita associada ao uso de drogas benzodiazepínicas (diazepam e clordiazepóxido). Rivotril® (Clonazepam) só deve ser administrado a mulheres grávidas se os benefícios potenciais superarem os riscos potenciais para o feto. Deve ser considerada a possibilidade de que uma mulher em idade fértil pode estar grávida por ocasião do início da terapia. Caso esta droga for usada durante a gravidez, a paciente deve ser avisada do perigo potencial ao feto. As pacientes também devem ser avisadas de que se engravidarem ou pretenderem engravidar durante a terapia, devem consultar seu médico sobre a possibilidade de descontinuar a droga. Distúrbio epiléptico: Relatórios recentes sugerem uma associação entre o uso de drogas anticonvulsivas por mulheres com epilepsia e a incidência elevada de deficiência congênita nas crianças nascidas dessas mulheres. Os dados são mais abrangentes em relação à difenil-hidantoína e ao fenobarbital, mas esses também são os anticonvulsivos prescritos mais comumente; relatórios menos sistemáticos ou históricos sugerem uma possível associação similar com o uso de todas as drogas anticonvulsivas conhecidas. Os relatórios que sugerem uma elevada incidência de deficiências congênitas em crianças nascidas de mulheres epilépticas tratadas com drogas anticonvulsivas não podem ser considerados adequados para provar uma relação causa-efeito definitiva. Existem problemas metodológicos intrínsecos para a obtenção de dados adequados sobre teratogenicidade em humanos; também existe a possibilidade de outros fatores, p. ex.: fatores genéticos ou a própria condição epiléptica, que podem ser mais importantes que a terapia com medicamentos para causar defeitos congênitos. A grande maioria das gestantes recebendo medicação anticonvulsiva gera crianças normais. É importante notar que as drogas anticonvulsivas não devem ser descontinuadas em pacientes para os quais a droga é administrada para prevenir ataques epilépticos por causa da forte possibilidade de precipitar estados epilépticos, com hipoxia e risco de vida. Em casos individuais, onde a gravidade e freqüência da disfunção epiléptica é tal que a interrupção do medicamento não represente sério risco para a paciente, a descontinuação da droga pode ser considerada antes e durante a gravidez, embora não se possa dizer com confiança que mesmo ataques epilépticos moderados não possam representar perigo para o desenvolvimento do embrião ou feto. Essas informações devem ser consideradas no tratamento ou aconselhamento de mulheres epilépticas com potencial para procriar. Distúrbio do pânico: Os riscos para a gravidez associados ao uso de Rivotril® (Clonazepam) no tratamento dos distúrbios do pânico não são conhecidos. Considerando que fatores de risco tais como convulsões e uso de anticonvulsivantes são particularmente uma preocupação para as pacientes com epilepsia, a medicação deve ser considerada somente após cuidadosa avaliação da relação risco/benefício para o tratamento de distúrbio do pânico em mulheres em idade fértil ou em mulheres grávidas.

Recomendações gerais - O uso de Rivotril® (Clonazepam) em mulheres em idade fértil deve ser considerado somente quando a situação clínica permita o risco. Lactação: Mães recebendo Rivotril® (Clonazepam) não devem amamentar seus bebês. Uso em crianças: Devido à possibilidade de ocorrência de efeitos adversos no desenvolvimento físico e mental tornarem-se aparentes somente depois de muitos anos, uma avaliação de risco/benefício do uso a longo prazo de Rivotril® (Clonazepam) é importante para pacientes pediátricos sendo tratados por distúrbios epilépticos. Não há experiência de estudos clínicos com Rivotril® (Clonazepam) em pacientes com distúrbio do pânico com idade inferior a 18 anos. Ocorreram sintomas de descontinuação do tipo barbiturato após a descontinuação dos benzodiazepínicos (veja "Abuso e dependência da droga").

Precauções - Em alguns estudos, até 30% dos pacientes apresentaram perda da atividade anticonvulsiva, freqüentemente dentro de três meses iniciais da administração. Em alguns casos o ajuste de dose pode restabelecer a eficácia. Quando usado em pacientes nos quais coexistem vários tipos de distúrbios epilépticos, Rivotril® (Clonazepam) pode aumentar a incidência ou precipitar o aparecimento de crises tonicoclônicas generalizadas (grande mal). Isso pode requerer a adição de anticonvulsivos adequados ou um aumento de suas dosagens. O uso concomitante de ácido valpróico e Rivotril® (Clonazepam) pode causar estado de mal de ausência. Recomenda-se realizar exames de sangue periódicos e testes da função hepática durante a terapia a longo prazo com Rivotril® (Clonazepam). A interrupção abrupta de Rivotril® (Clonazepam), particularmente naqueles pacientes recebendo terapia a longo prazo e em doses altas, pode precipitar o estado de mal epiléptico. Portanto, ao descontinuar Rivotril® (Clonazepam), é essencial a descontinuação gradual. Enquanto Rivotril® (Clonazepam) está sendo descontinuado gradualmente, a substituição concomitante por outro anticonvulsivante deve ser indicada. Os metabólitos de Rivotril® (Clonazepam) são excretados pelos rins; para evitar seu acúmulo excessivo, cuidados especiais devem ser tomados na administração da droga para pacientes com insuficiência renal. Rivotril® (Clonazepam) pode causar aumento da salivação. Isto deve ser considerado antes da administração da medicação para pacientes que têm dificuldade para manipular as secreções. Por essa razão e pela possibilidade de depressão respiratória, Rivotril® (Clonazepam) deve ser usado com precaução em pacientes com doenças respiratórias crônicas. Uso em pacientes deprimidos: Rivotril® (Clonazepam) deve ser administrado com precaução para pacientes apresentando sinais ou sintomas de depressão, de maneira similar a outros benzodiazepínicos.

Interações medicamentosas - Farmacocinética: Em um número limitado de estudos, o clonazepam não alterou a farmacocinética de outras drogas. O fenobarbital, fenitoína e carbamazepina induzem o metabolismo de clonazepam. A propantelina pode diminuir levemente a absorção de clonazepam. A fluoxetina e a ranitidina não afetam a farmacocinética do clonazepam. Apesar de não terem sido realizados estudos clínicos com base no envolvimento da família do citocromo P450 3A no metabolismo de clonazepam, os inibidores dessa enzima, especialmente os agentes antifúngicos orais, devem ser usados cuidadosamente em pacientes recebendo clonazepam. Farmacodinâmica: A ação de depressão do SNC da classe de drogas dos benzodiazepínicos pode ser potencializada pelo álcool, narcóticos, barbitúricos, hipnóticos não-barbitúricos, agentes ansiolíticos, as fenotiazinas, agentes antipsicóticos das classes do tioxanteno e butirofenona, inibidores da monoaminoxidase e antidepressivos tricíclicos e por outras drogas anticonvulsivas. Carcinogenicidade, mutagenicidade, infertilidade: Não foram realizados estudos de carcinogenicidade com clonazepam, porém um estudo com o medicamento oral administrado cronicamente por 18 meses em ratos não revelou nenhum tipo de tumor relacionado ao clonazepam. Adicionalmente, não há evidência de potencial mutagênico, conforme confirmado pelos três testes de reparo (rec. Pol, Uvr.) e testes de reversão (Ames) ambos in vitro ou em ratos (in vitro/in vivo). Em um estudo de fertilidade de duas gerações com clonazepam administrado oralmente para ratos em doses de 10 ou 100 mg/kg/dia, foi constatada diminuição do número de gravidezes e diminuição da sobrevivência de crias até desmamar. Esses efeitos não foram observados em nível de dose de 5 mg/kg/dia.

Reações adversas - 1. População com distúrbio epiléptico: Os efeitos colaterais que ocorreram com maior freqüência com Rivotril® (Clonazepam) são referentes à depressão do SNC. A experiência no tratamento de crises epilépticas demonstrou a ocorrência de sonolência em aproximadamente 50% dos pacientes e ataxia em aproximadamente 30%. Em alguns casos, esses sintomas e sinais podem diminuir com o tempo; foram observados problemas comportamentais em aproximadamente 25% dos pacientes. Outras reações relacionadas por sistema são: Neurológico: Movimentos anormais dos olhos, afonia, movimentos coreiformes, coma, diplopia, disartria, disdiadococinesia, aparência de olho-vítreo, enxaqueca, hemiparesia, hipotonia, nistagmo, depressão respiratória, fala mal articulada, tremor, vertigem. Psiquiátrico: Confusão, depressão, amnésia, alucinações, histeria, libido aumentada, insônia, psicose, tentativa de suicídio (os efeitos sobre o comportamento podem ocorrer com maior probabilidade em pacientes com história de distúrbios psiquiátricos). Respiratório: Congestão pulmonar, rinorréia, respiração ofegante, hipersecreção nas vias respiratórias superiores. Cardiovascular: Palpitações. Dermatológico: Perda de cabelo, hirsutismo, erupção cutânea, edema facial e do tornozelo. Gastrintestinal: Anorexia, língua saburrosa, constipação, diarréia, boca seca, encoprese, gastrite, hepatomegalia, apetite aumentado, náusea, gengivas doloridas. Geniturinário: Disúria, enurese, noctúria, retenção urinária. Musculoesquelético: Fraqueza muscular, dores. Diversos: Desidratação, deterioração geral, febre, linfadenopatia, ganho ou perda de peso. Hematopoético: Anemia, leucopenia, trombocitopenia, eosinofilia. Hepático: Elevações temporárias das transaminases séricas e da fosfatase alcalina. 2. Reações adversas em estudos clínicos para tratamento de distúrbio do pânico: A tabela a seguir apresenta a incidência de eventos adversos para 771 pacientes tratados em dois estudos duplo-cegos, placebo-controlados. Em relação ao grupo-placebo, foi observada incidência significativamente maior dos seguintes eventos adversos para o grupo Rivotril® (Clonazepam): sonolência, fadiga, depressão, irritabilidade, sensação de cabeça leve, ataxia, perda de equilíbrio, coordenação prejudicada, concentração prejudicada, tosse e confusão. Entre estes, a sonolência, irritabilidade, ataxia, perda de equilíbrio e coordenação prejudicada mostraram tendências que sugerem uma relação dose-resposta. Com exceção da tosse, os eventos adversos que ocorreram com maior freqüência com Rivotril® (Clonazepam) apresentaram predileção pelo sistema nervoso central e efeitos psicomotores, que são característicos da classe dos benzodiazepínicos. Os dados são apresentados por grupo de dose: placebo, clonazepam 1 mg/dia até menos que 3 mg/dia e clonazepam 3 mg/dia ou mais.

Tabela de eventos adversos
Eventos adversos mais freqüentes Porcentagem de pacientes com eventos(pelo menos 5% de incidência em um grupo) adversos por grupo de tratamento
Experiência adversa Placebo 1-< 2 mg/d 2-< 3 mg/d ³ 3 mg Sonolência 15,6 42,6 58,4 54,9Enxaqueca 24,8 13,2 15,9 21,3Infecção das vias respiratórias superiores 9,5 11,6 12,4 11,9Fadiga 5,8 10,1 8,8 9,8Gripe 7,1 4,7 7,1 9,4Depressão 2,7 10,1 8,8 9,4Vertigem 5,4 5,4 12,4 8,9Irritabilidade 2,7 7,8 5,3 8,5Insônia 5,1 3,9 8,8 8,1Ataxia 0,3 0,8 4,4 8,1Perda do equilíbrio 0,7 0,8 4,4 7,2Náusea 5,8 10,1 9,7 6,8Coordenação anormal 0,3 3,1 4,4 6,0Sensação de cabeça leve 1,0 1,6 6,2 4,7Sinusite 3,7 3,1 8,0 4,3Concentração prejudicada 0,3 2,3 5,3 3,8Confusão 0,3 1,6 2,7 1,7Tosse 0,0 2,3 4,4 1,3Número de pacientes por grupo de dose 294 129 113 235 Os seguintes eventos adversos adicionais foram relatados em mais de 1%, mas em menos de 5% dos 574 pacientes tratados com Rivotril® (Clonazepam), em estudos clínicos placebo-controlados: Corpo como um todo: Reação alérgica, aumento de peso. Insuficiência cardiovascular: Dor torácica. Distúrbios do sistema nervoso central e periférico: Anormalidades de coordenação, disartria, letargia, enxaqueca, parestesia, tremor. Distúrbios do sistema gastrintestinal: Desconforto abdominal, dor abdominal, apetite aumentado, apetite diminuído, constipação, diarréia, inflamação gastrintestinal, boca seca, mal-estar estomacal, dor de dente, vômito. Distúrbios auditivo e vestibular: Otite, vertigem. Distúrbios do sistema musculoesquelético: Lombalgia, fratura traumática, mialgia, nucalgia, deslocamentos e tensões. Distúrbios psiquiátricos: Ansiedade, ataque de ansiedade, concentração prejudicada, confusão, despersonalização, disforia, labilidade emocional, esquecimento, libido diminuída, distúrbio da memória, nervosismo, desinibição orgânica, idéias suicidas, lamentações. Distúrbio reprodutivo feminino: Dismenorréia. Distúrbio do mecanismo de resistência: Infecção viral. Distúrbios do sistema respiratório: Bronquite, tosse, dispnéia, congestão nasal, faringite, rinite, congestão sinusal. Distúrbios da pele e anexos: Erupção cutânea. Distúrbios do sistema urinário: Cistite, micção freqüente, infecção do trato urinário. Abuso e dependência da droga - Ocorreram sintomas de descontinuação, com características similares àqueles notados com barbitúricos e álcool (p. ex.: convulsões, psicoses, alucinações, distúrbio comportamental, tremor, cãibras musculares), após a descontinuação abrupta do clonazepam. Os sintomas de descontinuação mais graves normalmente foram limitados àqueles pacientes que receberam doses excessivas durante um período de tempo prolongado. Sintomas de descontinuação geralmente moderados (p. ex.: disforia e insônia) foram relatados após a descontinuação abrupta de benzodiazepínicos administrados continuamente em níveis terapêuticos durante vários meses. Conseqüentemente, após a terapia prolongada, a interrupção abrupta deve ser geralmente evitada e deve ser realizada diminuição gradual e programada (ver Dosagem e administração). Os indivíduos predispostos a adquirir dependência (como os viciados em drogas ou álcool) devem ser vigiados com cuidado quando recebem clonazepam ou outros agentes psicotrópicos, devido à predisposição desses pacientes em adquirir hábito e dependência. Dosagem e administração - Recém-nascidos e crianças com ataques epilépticos: Rivotril® (Clonazepam) é administrado por via oral. Para minimizar a sonolência, a dose inicial para recém-nascidos e crianças (até 10 anos de idade ou 30 kg de peso corpóreo) deve estar entre 0,01 e 0,03 mg/kg/dia, porém não deve exceder 0,05 mg/kg/dia administrados divididos em duas ou três doses. A dosagem não deve ser aumentada em mais do que 0,25 a 0,5 mg a cada três dias, até que seja alcançada a dose diária de manutenção de 0,1 a 0,2 mg/kg, a não ser que os ataques epilépticos estejam controlados ou que os efeitos colaterais tornem desnecessário o aumento adicional. Sempre que possível, a dose diária deve ser dividida em três doses iguais. Caso as doses não sejam divididas de forma equitativa, a maior dose deve ser administrada antes de se deitar. Recém-nascidos e crianças com distúrbios do pânico: Não existe experiência nos estudos clínicos com Rivotril® (Clonazepam) em pacientes com distúrbio do pânico com menos de 18 anos de idade. Adultos com distúrbios epilépticos: A dose inicial para adultos com crises epilépticas não deve exceder 1,5 mg/dia dividida em três doses. A dosagem pode ser aumentada com acréscimos de 0,5 a 1 mg a cada três dias até que as crises epilépticas estejam adequadamente controladas ou até que os efeitos colaterais tornem qualquer incremento adicional indesejável. A dosagem de manutenção deve ser individualizada para cada paciente, dependendo da resposta. A dose diária máxima recomendada é de 20 mg. O uso de múltiplos anticonvulsivantes pode resultar no aumento dos efeitos adversos depressores. Isto deve ser considerado antes de adicionar Rivotril® (Clonazepam) ao regime anticonvulsivo existente. Adultos com distúrbio do pânico: A dose inicial para adultos com distúrbio do pânico é de 0,5 mg/dia, dividida em duas doses. A dose pode ser aumentada com acréscimos de 0,25 a 0,5 mg/dia a cada três dias até que o distúrbio do pânico esteja controlado ou até que os efeitos colaterais tornem qualquer acréscimo adicional indesejável. A dose de manutenção deve ser individualizada para cada paciente, dependendo da resposta. A maioria dos pacientes pode esperar o equilíbrio desejado, entre a eficácia e os efeitos colaterais com doses de 1 a 2 mg/dia, mas alguns poderão necessitar de doses de até 4 mg/dia. A administração de uma dose ao deitar, além de reduzir a inconveniência da sonolência, pode ser desejável, especialmente durante o início do tratamento. O tratamento deve ser descontinuado gradativamente, com a diminuição de 0,25 mg/dia a cada três dias até que a droga seja totalmente descontinuada.

Superdosagem - Os sintomas de superdosagem de Rivotril® (Clonazepam), similares àqueles causados por outros depressores do SNC, incluem sonolência, confusão, coma e reflexos diminuídos. O tratamento inclui monitorização da respiração, freqüência cardíaca e pressão arterial, medidas de suporte geral e lavagem gástrica imediata. Devem ser administrados fluidos intravenosos e deve ser mantida a via aérea patente. A hipotensão pode ser combatida pelo uso de levarterenol ou metaraminol. Não é conhecido o valor da diálise. O flumazenil, um antagonista específico de receptor benzodiazepínico, é indicado para a reversão completa ou parcial dos efeitos sedativos dos benzodiazepínicos e pode ser usado em situações conhecidas ou suspeitas de superdosagem com um benzodiazepínico. Antes da administração de flumazenil, devem ser instituídas medidas necessárias para assegurar a respiração e acesso intravenoso. O flumazenil é considerado como um suplemento e não como um substituto para o tratamento formal da superdosagem por benzodiazepínicos. Os pacientes tratados com flumazenil devem ser monitorados para sedação, depressão respiratória e outros efeitos benzodiazepínicos residuais por um período adequado após tratamento. Os médicos devem estar atentos ao risco de crise epiléptica em associação ao tratamento com flumazenil, particularmente em usuários de benzodiazepínicos de longo prazo, e na superdosagem por antidepressivo cíclico. A bula completa da embalagem de flumazenil, incluindo Contra-indicações, Advertências e Precauções, deve ser consultada antes de seu uso.

O abuso deste medicamento pode causar dependência.
Venda Sob Prescrição Médica.
Registro no M.S. 1.0100.0072.
Produtos ROCHE Químicos e Farmacêuticos S/A.

29.11.07

"isso não vai acabar bem" e outras coisas bem ditas

isso que a gente tá fazendo chama-se roleta-russa, sabia?

(...)

tô falando da gente...

eu sei.

e eu fico olhando pra essa tua cara sem-vergonha tentando descobrir quem é a bala e quem é o revolver...

:D

.................................................................................................


"Um olho mira
um olho fecha
Desejo é flecha
A mão arrisca
Um olho vê, um olho cega
A bala, a mão, a mira
A espera, o disparo..."

28.11.07

Este meu bloguezinho de merda é incapaz de retratar tudo que pesa sobre minhas costa, tudo que leve e arduamente sempre pesou. Isto aqui não traduz, não diz ou contradiz, não ama ou guarda rancor. Nada disso aqui. Não sou escritora, poeta, líder de torcida, de bairro ou comunidade, nem mentirosa, leviana talvez.
Este bloquezinho (repito) não influencia nem é influenciado. Não compete, não ganha nem perde , não se mete ou se arrisca à porra alguma.
Quero postar bulas de remédios inteiras, receitas de bolo ou declarações sem sentido pra ninguém. E é isso aí.

O que deve ser dito é tão leve ou pesado que talvez não caiba em uma palavra.
E não há provocações pra você aqui ( você sabe que estou falando com você).


(...)


Tia ( nem preciso dizer qual delas),
Amo-te tanto que palavras são apenas coisas perto de tudo. Felicidade é nosso destino, sorria e me veja sorrir. Rumo ao futuro!

8.11.07

amém

"O Senhor é o meu pastor e nada me faltará; Ele me faz descansar em campinas verdejantes e me leva a águas tranqüilas. O eterno me dá novas forças;e me guia no caminho certo. Ainda que eu caminhe por um vale escuro como a própria morte, não temerei. Pois Deus, está comigo,Tu me proteges e me diriges. Preparas um banquete para mim onde meus inimigos possam ver, Sou teu convidado de honra e enches meu copo até a borda. Sei que a tua bondade e o teu perdão ficarão comigo enquanto eu viver.E todos os dias da minha vida morarei na tua casa."

:D

3.11.07

silêncio

Venha me dizer que não houve um período sequer em sua vida em que tudo que você fizesse ou dissesse parecesse ofensa, provocação?

Visto - me agora com o silêncio de quem lê um livro atentamente e o desespero de gritar ao mundo inteiro quão gratificante ele é.

Beijos em todos!

27.10.07


"Eu lhes contarei assim mesmo, um dia, se me lembrar, e tomara que consiga, minhas estranhas dores, em detalhes, e distinguindo-as bem, para maior clareza. Falarei das dores do entendimento, as do coração ou afetivas, as da alma (muito simpáticas, as da alma), e depois as do corpo, primeiro as internas ou ocultas, depois as da superfície, começando pelos cabelos e descendo metodicamente e sem pressa até os pés, abrigo dos calos, cãibras, joanetes, unhas encravadas, frieiras, pés-de-atleta e outras esquisitices. E àqueles que forem gentis o bastante para me escutar contarei na mesma ocasião, de acordo com um sistema cujo autor não me recordo, os instantes em que, sem estar drogado, nem bêbado, nem em êxtase, não se sente nada."
Samuel Beckett
...




21.10.07

Tabela da SUNAB ou memória para guardar em tempos difíceis.

Quanto doeu despedir-me da praga sufocante dos ciúmes e da paixão desesperada! Inominável dor, crise de abstinência que me obriguei a passar com travesseiro ensopado na mais pura solidão. Mantive-me sóbria, sim, há razão mesmo na desgraça!

Hoje, há o tempo apenas entre o desespero de outrora e a atual paz. A delicia da calmaria dos que souberam guardar, empilhar e fotografar o que já se foi. Assim, precavida, naqueles meses, Deus sabe o que acumulei para lembrar e consumir em tempos difíceis, tão óbvia seria tua ausência futura.

Mãos ( as tuas, nossas entrelaçadas)
Braços ( Os teus, nossos braços dados em segredo)
Sorrisos( Os teus, nossos em nossa cama)
Tua voz (Tua voz que um dia me acordou e ainda hoje me embala pra dormir)

O que restou de mim, só de mim?

Descansa em paz e calmaria a mais pura e eterna coletânea de lembranças de quem amei um dia.


Saudades eternas.

13.10.07

José Fernandes fez a seguinte pergunta para a Elis Regina:

- A que você atribui o fato de tanta gente dizer que você é mau caráter?

- A gente como você. Perdão,a gente como o senhor. A gente a quem nunca dirigi sequer um cumprimento, e que tem a coragem e a impunidade de, em nome de "tanta gente", propor uma pergunta sobre o meu caráter.

27.9.07

breve comentário sobre a partida

Mil vezes por cima de minha cabeça, corpo e coração passaram barulhos de adeus. Mal localizada, sempre morei perto de rodoviária, funerária, aeroporto, correios... Barulho ensurdecedor da partida, recorrente. Braços e gargantas cansadas, cotas de tintas, tinteiros, língua, cinzeiro, papel ou coisa que valha, esgotadas.
Hoje, decido entre mil apelos, e de uma vez por todas outras repetidas.
Hoje, parto eu.

20.9.07

Das cartas que eu queria ter escrito tempos atrás

É só isto que eu estou dizendo. Nem mais nem menos. Não acumulo mágoas, embora elas existam. Elas estão bem aqui no meu silêncio. Mágoa é ir embora e nunca voltar, porque uma parte da gente sempre vai. Às vezes ficam cumprimentos formais ,Olátudobem, um sorriso forçado e você vai embora. Às vezes nem isso fica.
Entenda que o silêncio pode ser uma forma de perdão, mas jamais um pedido de desculpas.
Entenda isso ou apenas me deixe ficar calada. Entenda, ou apenas me deixe passar e ir embora.
Entenda que algumas coisas e pessoas passam, simples, porque não dá pra ficar.
Entenda que o tanque de mágoas já estava cheio de mentiras antes mesmo de eu chegar. E me deixe simplesmente, sem dor alguma agora, ir embora.

Seja feliz.
Tchau.

11.9.07

Fidelidade

Todos os dias dos quais me lembro, acompanhada, mantive encontros furtivos com a solidão. Caso de amor. Solidão simplesmente rimava com todas as palavras que conhecia, desde pequena. Mãe, balcão, viagem, avião, café, cigarro, janelas abertas, portas fechadas, monitor, zíper, teclado, cama, travesseiro, você, sua cara de besta, Hitler, macumba, pateta e até muito. Solidão rima mais com muito e com acaso. Rima com começo e com fim. Com traição, principalmente.
Está em toda parte. Livros, discos, sebos, antiquários, exposições de arte, motel, multidões. E devia ser coisa registrada em cartório. Testamentada. “Deixarei minha solidão para meus amigos.”
Minto muito e como todo egoísta, deixarei nada pra ninguém.

Casei-me de preto com ela, companhia de todos os tempos. Aliança no pescoço e nos pulsos.
Expresso aqui hoje minha fidelidade.
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9.9.07

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O último cigarro anuncia a hora de dormir.

Putaquepariu.

Outras reclamações, mas só amanhã.

24.8.07

Das "coisas que você não disse". n° II.



Fulano diz: Olha, sei que você não gosta que eu toque nesse assunto, mas... Cicrano se preocupa demais com você. Apesar de tudo que fez, quer seu bem.

Você diz: ...

Fulano diz: Pediu que eu intermediasse e mandasse dizer que está bem. Cicrano queria muito voltar a falar com você, ser seu amigo, sabe como é...

Você diz: Ah, Cicrano, quer falar comigo?! Pois então diga pra ele mandar uma psicografia. Estou esperando. Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeijo.

22.8.07

...

Eu tenho vergonha. Eu tenho vergonha de dizer que eu não sou uma pessoa melhor hoje e nem me esforço para tal. Eu tenho vergonha de dizer que na maioria das vezes eu desisto antes de tentar. Eu tenho vergonha de dizer que eu sou bruta, grosseira e impulsiva. Eu tenho vergonha de ter orgulho, tenho vergonha de ter vergonha de dar o braço a torcer.
Tenho vergonha de não voltar atrás mesmo estando errada, por vergonha. Tenho vergonha de sentir medo. Tenho vergonha de levar fora, ouvir não.
Mas hoje, sobretudo, eu tenho vergonha de mim.


Meus parabéns aos desavergonhados deste mundo, a estes sim, toda felicidade do mundo e meus sinceros desejos de vida longa.
"A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre."
Vinícius de Moraes

21.8.07

dos poemas que eu gostaria de ter escrito...


Para o Silêncio
(Roberto Sampaio)

Haverá de ter segredos tão tristes.
Que me enforcarei nos teus braços
E logo te darei meus olhos
Para que guardes em tuas mãos
Pelo sonho absurdo do amor desesperado
Dá-me tua febre contente
Tua triste alegria que esconde fatos
A doce escuridão do teu quarto
A paz da tua estrutura que some...
Entrego-me ao abismo sonoro
Da inevitável arte
De estar contigo.

19.8.07

Da série "Coisas que você não disse"

Pisca um pequeno retângulo laranja na parte inferior do seu monitor.

Fulano diz: blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá bláblá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.

Você diz: blá

Fulano diz: : blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.

Você diz: ...

Fulano diz: blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá.

Você diz: Ah, quer saber?! Vá fazer um blog !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

16.8.07

eu vou jogar qualquer verdade fora sobre o tal do amor



"faltava perceber que a noite boa só se acaba quando o sol tá pra nascer
o amor é assim também, desmaia e cai doente quando um outro novo já vem..."




como diz Roberto Sampaio, as canções são sempre as mesmas....